sábado, 25 de julho de 2009

Apologia a todo meu íntimo


Nos que suavizam as dores inofensivas...
Nas presenças que nos trazem ao nascer..
É de ansiar antagônico amoroso!
Um olhar que recita meu calor,
Meus suspiros!
Agonizo, no teu último brilhar.
Vejo-te indo.. Desaparecendo no cultivo
íntimo da própria consciência.

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